Jornal O Globo de sábado (28/04/2012) - caderno Prosa e Verso
Incorporos -
nuances de libido de Nina Silva e Akins Kintê. e Não vou mais Lavar os Pratos da
escritora Cristiane Sobral: Uma resenha do jornalista e escritor Uelinton Farias
Alves, autor do livro “Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil”! Que orgulho!!!
Obrigada amigas e amigos por esse momento! Obrigada Editora Ciclo Continuo pela
oportunidade!
Incorporos InCorPoros é pura poesia desnuda e erótica que traduz o ato singular de dois corpos em uma só vivência o furor dos relacionamentos de homens pretos e mulheres pretas. Akins e Nina convidam os leitores a se deliciar com os prazeres da escrita e transbordam gozo de criatividade e identidade. Incorporos - nuances de libido é uma obra literária que será lançada pela Ciclo Continuo de Literatura.
terça-feira, 1 de maio de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Chegou a vez de Incoporos por Central Hip Hop - confiram a resenha de Jessica Balbino
Literatura: Libido em foco
Akins Kintê e Nina Silva apresentam obra com poesias eróticas e críticas
Por Jéssica Balbino
Sabor de gozo. De foda bem dada. De saudade de uma boa rapidinha. De uma transa combinada. De um sexo por acaso. De corpos ainda ofegantes. De uma punheta bem batida. De sacanagem no ouvido. De sacanagem por telefone, e-mail, ao vivo. De putaria. De amor contido em doces segredos sexuais. De fazer amor. De trepar. De dar. De fazer sexo. De expor toda libido.É assim – e talvez mais do que se consiga traduzir em palavras- o livro InCorPoros – Nuances de Libido – de Akins Kintê e Nina Silva.
Com prefácio poético de Lia Vieira, o livro encanta pela capa, pelo tamanho – o ideal - e pelas poesias. Ora leves, ora vorazes, mas sempre com um toque musical, cultural, gostoso de ser lido.
Um livro para ser saboreado. Ás vezes devorado. Com pressa e com calma, num vai-e-vém cadente, quase sexual.Libido. Sentimentos à flor da pele. Corpos negros, que se entrelaçam em mãos brancas que seguram a obra. Que cadenciam o falo, que envolvem o leitor num sentimento de amor. O lixo exala vida. Exala o aroma do amor, do sentimento, do querer. É uma literatura palpável. É possível sentí-la e tocá-la, como a pele de quem se ama, de quem se trepa, de quem se quer estar junto.Numa dança afro, ao som de tambores misturados com vinis e belas poesias declamadas num sarau imaginário, a publicação faz parte do Ciclo Contínuo de Literaturas e é mais uma iniciativa contemplada pelo programa VAI da prefeitura de São Paulo – SP. Em suas 80 páginas, traz saudades, momentos, intimidades, raivas, medos e deleites.
O veterano Akins Kintê, frequentador assíduo de saraus, co-autor do livro Punga, em parceria com a escritora e jornalista Elizandra Souza, une sua poesia e sua arte – ele é também documentarista e como se auto-intitula “operário da vida diária” com a de Nina Silva, a moradora do Rio de Janeiro que escreve desde os quatro anos de idade, é modelo, militante negra, além de ter sido co-organizadora do livro “Cada fio uma história”.A obra traz também ilustrações de Marcos Santos Ferraz (Marcos zx) no miolo.
A capa fica por conta de Iléa Ferraz.Assim, numa literatura única, erótica, exótica, crítica, social, intensa, tensa e tesa, Akins Kintê e Nina Silva nos brindam com uma obra única, que transita entre a cultura negra, marginal e elitizada, sem qualquer problema, afinal, tudo que queremos, no final, é gozar.
A nossa maneira, mas é o que queremos.
Portanto: boa leitura.
Sem masturbação mental.
Fonte:
http://centralhiphop.uol.com.br/?p=4767
Akins Kintê e Nina Silva apresentam obra com poesias eróticas e críticas
Por Jéssica Balbino
Sabor de gozo. De foda bem dada. De saudade de uma boa rapidinha. De uma transa combinada. De um sexo por acaso. De corpos ainda ofegantes. De uma punheta bem batida. De sacanagem no ouvido. De sacanagem por telefone, e-mail, ao vivo. De putaria. De amor contido em doces segredos sexuais. De fazer amor. De trepar. De dar. De fazer sexo. De expor toda libido.É assim – e talvez mais do que se consiga traduzir em palavras- o livro InCorPoros – Nuances de Libido – de Akins Kintê e Nina Silva.
Com prefácio poético de Lia Vieira, o livro encanta pela capa, pelo tamanho – o ideal - e pelas poesias. Ora leves, ora vorazes, mas sempre com um toque musical, cultural, gostoso de ser lido.
Um livro para ser saboreado. Ás vezes devorado. Com pressa e com calma, num vai-e-vém cadente, quase sexual.Libido. Sentimentos à flor da pele. Corpos negros, que se entrelaçam em mãos brancas que seguram a obra. Que cadenciam o falo, que envolvem o leitor num sentimento de amor. O lixo exala vida. Exala o aroma do amor, do sentimento, do querer. É uma literatura palpável. É possível sentí-la e tocá-la, como a pele de quem se ama, de quem se trepa, de quem se quer estar junto.Numa dança afro, ao som de tambores misturados com vinis e belas poesias declamadas num sarau imaginário, a publicação faz parte do Ciclo Contínuo de Literaturas e é mais uma iniciativa contemplada pelo programa VAI da prefeitura de São Paulo – SP. Em suas 80 páginas, traz saudades, momentos, intimidades, raivas, medos e deleites.
O veterano Akins Kintê, frequentador assíduo de saraus, co-autor do livro Punga, em parceria com a escritora e jornalista Elizandra Souza, une sua poesia e sua arte – ele é também documentarista e como se auto-intitula “operário da vida diária” com a de Nina Silva, a moradora do Rio de Janeiro que escreve desde os quatro anos de idade, é modelo, militante negra, além de ter sido co-organizadora do livro “Cada fio uma história”.A obra traz também ilustrações de Marcos Santos Ferraz (Marcos zx) no miolo.
A capa fica por conta de Iléa Ferraz.Assim, numa literatura única, erótica, exótica, crítica, social, intensa, tensa e tesa, Akins Kintê e Nina Silva nos brindam com uma obra única, que transita entre a cultura negra, marginal e elitizada, sem qualquer problema, afinal, tudo que queremos, no final, é gozar.
A nossa maneira, mas é o que queremos.
Portanto: boa leitura.
Sem masturbação mental.
Fonte:
http://centralhiphop.uol.com.br/?p=4767
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Incorporos no site Polifonia Periférica - por Rociclei Silva
O sucesso do lançamento do livro “INCORPOROS – NUANCES DE LIBIDO” no Rio de JaneiroPele, suor, envolvimento e sensibilidade. É assim que Nina Silva e Akins Kintê autores do livro “Incorporos – Nuances de libido” oferecem aos leitores e leitoras suas poesias. O belíssimo, prazeroso e sugestivo livro foi lançado na ultima quinta feira (dia 01/12) no Centro de Artes Calouste Gulbenkian em noite mágica embalada pela apresentação musical de Augusto Bapt, do jongo contemporâneo, da dança afro e do recital de poesia e literatura preta erótica. Além disso, os convidados puderam desfrutar também de uma linda exposição de fotografia que contribuiu para abrilhantar a noite. Conforme declarou a escritora Nina Silva em ser perfil no facebook, “O Calouste virou Quilombo e todas as pessoas presentes emanavam energia positiva e muito carinho”. O que se vu foi um momento único, mágico que envolveu a todos os presentes.
Nina Silva e Rociclei (Polifonia Periférica)O livro lançado com o selo do Ciclo Contínuo de Literatura, além de ser pura poesia desnuda e erótica, traz uma particularidade: ele busca traduzir o ato singular de dois corpos no furor dos relacionamentos entre homens negros e mulheres negras. Nina e Akins não exageram ao afirmarem que o livro é um convite ao leitor se deliciar com os prazeres da escrita e transbordam gozo de criatividade e identidade. “Incorporos – Nuances de libido” é leitura que o Polifonia Periférica aprova e recomenda a todos.
*na foto Rociclei e Nina
Autores: Nina Silva e Akins Kintê
Edição: Ciclo Contínuo de Literatura
Organização: Marciano Ventura
Capa: Iléa Ferraz
Desenhos: Marcos Sousa Ferraz
Diagramação e arte finalista: Denis Quintal
Prefácio: Lia Vieira
Assessoria de Imprensa: Neide Diniz
Contato: 21 9112-7719
sábado, 10 de dezembro de 2011
Crítica literária de Délcio Teobaldo sobre o livro Incorporos

INCORPOROS - NUANCES DE LIBIDO
Uma leitura
Tive o privilégio de ler-ouvindo o livro “Incorporos – Nuances de libido”, no lançamento no Rio de Janeiro. Lançamentos performáticos são cada vez mais comuns. É um marketing agressivo que mostra a dimensão da obra e aponta os linques e as mídias com que é capaz de interagir. No caso de “Incorporos”, os linques são muitos. É pura literarrua (a palavra está correta e explico o significado no quarto parágrafo); ou seja, provoca os ouvidos, os olhos. É pra cheirar, dançar e, claro, tesar. Em “Incorporos” os sujeitos, os predicados e os verbos se fazem carne e habitam entre nós. A provocação começa na capa. O título do livro, pela disposição gráfica já é um poema: InCorPoros Estão aí o prefixo IN que, me permitam a liberdade autoral, significa movimento pra dentro; COR, um atributo essencial à etnia preta e POROS, uma clara referência ao prazer suado e extenuante. Logicamente, existem outras leituras. Outras impressões, mas fico com esta primeira que sugere invasão de cores na alma. O livro é fininho. Oitenta páginas. Não pára em pé, mas quem se importa? Provoca ereção. No corpo e no intelecto. Quem quiser alimento cerebral basta mergulhar na ilustração da capa assinada por Iléa Ferraz, que faz uma referência explícita à obra O Beijo (Der Kuss), da fase dourada do pintor austríaco Gustav Klimt. Visitar a obra de Klimt a partir desta fase já é meio caminho pra compreender o alcance “erudito” de “Incorporos”. O mergulho que alimenta a libido está lá dentro. “Incorporos” foi escrito a quatro mãos, por Akins Kintê e Nina Silva. Como os poemas não são assinados, é difícil, identificar onde um põe a mão e o outro enfia o dedo. Nem interessa muito. Seria Voyeurismo gratuito, mas me arrisco dizer que Kintê é autor exclusivo das “Rapidinhas” e coube a Nina Silva a autoria das preliminares e de todo o resto. Quem duvidar, confira. Os poemas são fortes. Têm ritmo. Tensão. Tipo “Pau preto/Pau dentro...” A mulher, ou melhor, o feminino em “Incorporos” não tem essa da “Negra Fulô”, de Jorge de Lima. Ela vem por cima e recupera o papel que a mulher sempre teve nas sociedades matriciais africanas: mulher é terra que pede observação das suas fases de trato, cuidado, plantio, colheita e gozo dos frutos colhidos e saboreados. Neste aspecto, “Incorporos” é explicitamente conservador. Basta especular quantas vezes onde se lê vagina, escreve-se flor e romã. Nada mais antigo. Salomão, no “Cântico dos Cânticos” já bolinava a fé com essas comparações vegetais: “Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se a vinha lançou flor, se as flores produzem frutos, se as romãs estão já em flor...”. Não importa se o que hoje é foda, nos templos bíblicos fosse chamado de poda. Em se tratando disso, felizmente, tudo continua igual debaixo do Sol. Por isso mesmo “Incorporos” é literarrua. Cata aqui e ali fragmentos de prazer entre sândalos e lençóis de linho, embora nesta estética incentive a celebração do amor entre trapos e nos puteiros. E esta maneira de trazer pra dentro dos livros as vozes de fora, sem muita preocupação de filtrá-las que faz com que o gênero literarrua, mereça um estudo à parte. Falta a este gênero (não é o caso de “Incroporos”, como venho provando até aqui) configuração literária para que faça jus a uma láurea acadêmica.Porém, em contrapartida, a literarrua entra onde a literatura nem ao menos cisma por os pés. Ora, se o sonho de todo poema é virar canção; e o sonho de toda canção é ser assobiada num buteco qualquer, “Incorporos” se consagrou na noite de lançamento quando o grupo Os Confrades “leram” trechos de seus versos numa performance de Funk. Foi o êxtase. A noite fechou ali. O que rolou depois foi só coroação do ato. (délcio teobaldo)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Crônica de Adriana Baptista:
Segue o lindo texto-crônica de Adriana Baptista sobre a noite de autógrafos do livro Incorporos - nuances de libido que aconteceu no ultimo dia 01 de dezembro no Rio de Janeiro.
Foto Cinemina
NOITE DE NINA, NO CALOUSTE,
EXALTA OS CINCO SENTIDOS!
Escolhi meu vestido verde...alegre, vida! Dei uma olhada no espelho e coloquei uma flor no cabelo em homenagem a minha amiga Sandra Coleman, que lá de Nova York, reclama se eu não puser este adereço!
Estava pronta para uma "festa temática", definição da maravilhosa Débora Almeida, para a noite de lançamento do livroIN CORPOROS - Nuances de Libido... a NOITE DE NINA!
E não é que o povo que compareceu estava com o traje À RIGOR?!
A pele preta, perfumada... as cores dos tecidos sobre a pele, o corte, o decote, o adorno... o cabelo livre, leve, solto, trançado, emoldurado....as curvas, as formas, a música, a dança, a palavra...a criança,a inocência, a indecência,o movimento, o olhar, o sorriso,o suor, a cerveja, a fome, o desejo...tudo real! Tudo Preto! inspiração maior de NINA!
Choviscava na Pça. XI...o céu ficou cinza e ouvi trovoadas... natural...Iansã e Oxum também que queriam festejar!
Comprei um "guarda-chuva" com as cores do arco-íris e nem cheguei a estreiar...se chovesse mesmo como anunciava o tempo, estava pronta para receber as águas D`Oxum, com festa! Afinal, era NOITE DE NINA!
Na NOITE DE NINA, redescobri a nossa praça, recanto de Tia Ciata...precisava mesmo voltar pra essas bandas! Nas paredes do Calouste revivi lindos momento do povo preto sob o olhar peculiar do meu amigo, Ierê Fereira. Imperdível gente! Confiram a Exposição "NEGRO EM CENA" (teve gosto de estréia pra mim...e é tudo tão familiar...). Ierê também é músico e junto com o Grupo TERNO DE CAMBRAIA,mostra o samba nosso de cada dia, sexta sim, sexta não, também no Calouste... a próxima, é dia 16! TÔ DENTRO!
Mas na NOITE DE NINA, fomos surpreendidas com uma linda performance de Luanda Negreira, Deni Mourarepresentando as Yabás OXUM e IANSÃ e Hugo Gonçalves, como OXOSSI. Quem viu,sentiu... ninguém teve dúvida que as Deusas e os Deuses estavam presentes! ENERGIA PURA! Axé!
Na NOITE DE NINA, tudo era preto, brilho e beleza...masculino, feminino se misturavam em perfeita harmonia. Nada era estranho, exótico...éramos, nós! Mais dos mesmos..inteiros, densos, intensos que somos! A literatura negra de NINA é nossa! IN CORPOROS - Nuances de libido. Escrita preta...palavra, gritos, sussuros de negra NINA!
Na NOITE DE NINA,negros e negras que lá estavam todos brilhavam...cada um na sua intensidade e cores..a energia que vinha dos "chakras", como bem ensinou Jana Guinond num movimento que costumo chamar de pélvico! Bem, como queiram definir! Só sei que a energia vem de dentro!!!!
No ambiente aconchegante, parecia que estávamos saracoteando pela casa de Tia Ciata... a presença dela é viva! Meu primo BAPT já tinha cantado essa pedra quando fez uma recente temporada por lá com o seu JONGO CONTEMPORÂNEO. Somente ontem, na NOITE DE NINA, pude sentir esse som gostoso combinado com o astral da casa! Não deu outra... a pista ferveu! E dançou Vandinha , e dançou Julinha, e dançou Jana, Mayra, Dayse... e dançou Nina, Gecilda, Ana Carolina, dançou Zezzynho,dançou Marcelo (o nosso Rei) Débora, Ierê, dançou Marciano, fulano, fulana, sicrano e sicrana!
e quando a gente pensou que já tinha visto de tudo na NOITE DE NINA, Bida Nascimento e sua galera, assumem o comando atacam de blues!!! Chapei!!!
Na NOITE DE NINA, cada canto, cada detalhe foi pensado com zêlo. Coisa mais linda o vestidinho menina moleka da nossa escritora, gente! Assinado por Jane Cabrocha! Adoro! Aliás ela assinou também o figurino de toda a equipe! Lusho!!! O interessante é que predominou o preto...combinando com a personalidade de cada uma delas!
Quem não pôde ir de Cabrocha, foi do seu jeito! Vandinha com o seu bom terninho afro-fashion, toda trabalhada na alegria! A Creuzelly, gente! Um dia ainda eu vou aprender! Como sempre, IRRETOCÁVEL! Jurema Batista também modelou com uma blusa insinuante, toda trabalhada na onça! Débora Almeida mandou bem: afro-periguete! E Cláudia Miranda? Arrasou no cabelão trançado, abusou da estampa de oncinha e brilhou , como sempre! Já Suzimar, optou elo clássico: qualquer coisinha em cima daquele corpão, arrasa! A mulherada do Fórum de Mulheres Negras também aproveitou pra dar pinta! Era o niver da Dolores Lima e a Nêga era só sorrisos! Clátia também estava lá, toda trabalhada na alegria! optou pelo look "sou carioca"! Berê também estava lá, toda se querendo com a sua blusinha estampada com caimento perfeito. Lia Vieira não arriscou e usou um lindo vestido estampado e discreto...Julinha, a filha de Eva, também causou com um vestido longo e seu generoso decote. Adorei ver a jovem Isadora Harvey! coisa mais linda gente! Como está crescida e já dando pinta com a mulherada! Agora, houve um momento mágico na festa: o solo de Mayra! Posso até falar do decotão nas costas do seu vestido lindo... mas, ela reinou mesmo foi com o seu bom cabelão! Janaina Refem que estava lá registrando tudo e todos, sei bem o que é isso, investiu no look backstage...com uma flor laranja nos cabelos, nada mais era necessário!
Os homens também arrasaram! O mais belo dos belos, foi o Gá! Alguém dúvida? Lindo de viver com o seu visual descolado e branquinho. Oliveira, optou pelo clássico...chique como sempre! Uelinton o aniversariante de hoje, também estava lá, elegante e discreto. Ierê optou pelo visual "tô no quintal da minha casa"! Afinal de contas, ele estava mesmo...felizardo vizinho de Tia Ciata. Agora, não é por nada não, do Benedito Sérgio, eu só me lembro do copo de whisky...a essas alturas, eu já cheia de malzibier nas idéias e sem os óculos, já não podia registrar muita coisa...Marcelo Reis, foi de jeans tinha até um Marciano que não era verde, gente!!!!
Minhas reverências a Josina, Anailda, Fabíola, Kati e toda mulherada que marcou presença com lindas bijous, roupas e todos os tipos de acessórios étnicos! ACORDO DE DAMAS é isso!
Vou ficando por aqui... mas me lembrei de alguns que, infelizmente não foram. Giovanni, Cátia Cruz, Daise Rosas, Claudia Talitah, Ana Lúcia, Fabiana Lima, Magali Almeida, Simone Ricco, Kátia Santos, Azoilda, Iléa Ferraz, Maria Júlia, Sandra Machado, Bia Onça,Allyne, Bruno, Joilson, Romão, Beto Borges, Ruth Pinheiro...mas a gente se encontra na próxima!
Bom gente! Fica a dica: Espaço Calouste Gulbenkian é o que há! Bom para aniversários, casamentos, noivados, shows, exposições,gurufins , noites e dias de NINAS, Marias, Joanas, Adrianas...enfim! É tudo nosso!
Bóra pra Casa de Tia Ciata?
Axé!
Adriana Baptista
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55 21 8397 9214
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